Guimarães: Lar Residencial e CACI

Duas pessoas retiram a bandeira (do Município de Guimarães) que cobria uma placa em metal. Ao lado outras três pessoas assistem ao momento.

Na manhã de 24 de maio a Associação de Paralisia Cerebral de Guimarães (APCG) inaugurou duas novas valências – Lar Residencial e Centro de Atividades e Capacitação para a Inclusão. A cerimónia, que contou com a presença de Domingos Bragança (Presidente da Câmara Municipal de Guimarães) e de Clara Marques Mendes (Secretária de Estado da Ação Social e Inclusão), assinala o início de um novo percurso para a APCG, aumentando capacidade de resposta mas, ainda assim, ficando algo distante da procura existente na instituição.

Na sua intervenção, Joaquim Oliveira revelou que todo o processo de construção do novo edifício “foi envolto em avanços e recuos” em virtude da pandemia que provocou o agravamento dos custos e o prazo de execução da obra... “Inicialmente a obra estava orçada em um milhão e 500 mil e derrapou para dois milhões e 400 mil euros”, disse o responsável da APCG.

O Presidente da Câmara manifestou disponibilidade para, em conjunto com o Governo, encontrar soluções para aumentar a capacidade de resposta das valências da Associação de Paralisia Cerebral de Guimarães. E, depois, em jeito de resposta a Secretária de Estado da Ação Social e Inclusão, Clara Marques Mendes, deixou “o compromisso de estar sempre ao vosso lado na construção de uma sociedade mais justa e mais sensível”.

A Federação das Associações Portuguesas de Paralisia Cerebral também marcou presença nesta cerimónia – fazendo-se representar por Fábio Guedes, Vogal da Direção.